Artigo escrito em coautoria com a académica de Ciências Contábeis Lívia Soares (@livia_santanaa) e a professora Mônica Visconti (@monica_visconti), da Faculdade de Administração e Ciências Contábeis da Universidade Federal do Rio de Janeiro – FACC-UFRJ
Introdução
A ascensão dos influenciadores digitais no mercado de capitais brasileiro é um fenômeno notável, impulsionado pelo crescimento do ambiente digital e pela facilidade de acesso à informação. Dados da B3 (2024) revelam um aumento significativo na base de investidores pessoa física, totalizando 19,4 milhões em março de 2024. Uma pesquisa da B3 (2020) aponta que 73% dos novos investidores basearam suas decisões iniciais em recomendações de influenciadores digitais, evidenciando a relevância desses agentes na formação da opinião e nas decisões financeiras do público jovem.
Apesar da importância dos influenciadores na popularização do tema financeiro, há preocupações éticas. A Comissão de Valores Mobiliários (CVM, 2023) tem intensificado o monitoramento de suas atividades, visto que, em alguns casos, podem promover produtos financeiros sem clareza sobre riscos ou vínculos comerciais, ou fornecer informações sem embasamento técnico sólido.
O presente estudo busca descrever e explicar a influência dos influenciadores digitais no mercado financeiro, com foco em sua atuação no processo de educação e informação de investidores iniciantes. Analisa-se o impacto que esses influenciadores têm na formação de decisões de investimento e as implicações éticas associadas à sua atuação. A questão central é: “De que forma os influenciadores digitais impactam as decisões de investimento dos consumidores no mercado financeiro, e como a transparência pode ser aprimorada para garantir a proteção dos investidores?”.
A relevância do tema reside no crescente número de investidores que baseiam suas decisões em recomendações de influenciadores, exigindo uma análise aprofundada para mitigar conflitos de interesse e combater a desinformação. A escassez de artigos acadêmicos sobre o impacto específico dos influenciadores digitais no mercado financeiro justifica a pertinência desta pesquisa.
Os objetivos específicos incluem: descrever o papel dos influenciadores digitais na educação financeira de iniciantes; explicar como eles impactam as decisões de investimento; e avaliar a transparência em sua atuação no setor financeiro, identificando suas limitações.
Desenvolvimento
Influenciador Digital vs. Mercado Financeiro
Um influenciador digital é aquele que detém a capacidade de induzir comportamento, ação ou ideia por meio das redes sociais, construindo comunidades engajadas. Esse vínculo de confiança pode, contudo, levar à manipulação do pensamento através dos conteúdos (ALMEIDA et al., 2018). O mercado financeiro é o ambiente de intercâmbio de ativos financeiros, onde recursos são transferidos de agentes superavitários para deficitários (SELAN, 2015). Seus usuários incluem investidores individuais e institucionais, empresas, bancos, governos e intermediários financeiros, além de reguladores como o Banco Central e a CVM (SEJA PRAXIS, 2025).
Atualmente, influenciadores digitais focados no mercado financeiro desempenham um papel crescente na disseminação de informações e na democratização do acesso ao conhecimento sobre investimentos (BRITECH, 2023). Eles atuam como intermediários informais, explicando conceitos, analisando ativos e compartilhando estratégias, frequentemente de forma simplificada e acessível (FOLHA, 2022). Podem ser classificados como educadores financeiros ou analistas de mercado independentes (ANBIMA, 2025), promovendo produtos financeiros e criando uma relação simbiótica com as instituições financeiras (INFO MONEY, 2025). Essa relação aumenta a base de investidores, desmistificando o mercado, e torna os influenciadores vozes relevantes na formação da opinião pública, influenciando diretamente o comportamento de pequenos investidores (COSTA; ALMEIDA, 2023).
Relevância dos Influenciadores no Mercado Financeiro
A ascensão dos influenciadores no setor financeiro reflete uma mudança cultural que incentiva a exploração de alternativas de investimento além da poupança, preenchendo uma lacuna na educação financeira no Brasil (CARVALHO; SCHOLZ, 2018). Influenciadores simplificam informações complexas, tornando-as mais acessíveis. A comunicação de alguns influenciadores também explora a aversão à perda (Tversky e Kahneman, 1992), enfatizando a urgência e o custo de oportunidade de não investir em modalidades mais rentáveis.
Influenciadores servem como referência para consumidores em busca de informações sobre produtos e serviços (Almeida et al., 2017). Contudo, essa influência pode gerar impactos negativos, como o efeito manada, onde indivíduos seguem a opinião de um grupo de forma irracional (BANERJEE, 1992). Dada a limitada supervisão, influenciadores podem ter maior liberdade para expressar opiniões, o que pode levar a manipulações de mercado. O excesso de informações transforma a decisão de compra em uma pesquisa aprofundada, e o marketing de influência tem se tornado um método principal de comunicação, impactando o poder de decisão da audiência (Nadanyiova; Sujanska, 2023).
Transparência e Ética na Publicidade por Influenciadores Financeiros
Plataformas de investimento reconhecem o potencial de alcance dos influenciadores, visto que a mídia digital é a principal fonte de informação para o investidor pessoa física (B3, 2020 apud CVM, 2023). É crucial que existam normas para responsabilizar empresas e influenciadores pela divulgação explícita de conteúdo publicitário pago (CVM, 2023). A falta de transparência sobre conteúdo patrocinado pode prejudicar o investidor e comprometer a credibilidade do mercado financeiro.
Com o crescimento da influência digital, a responsabilidade sobre os conteúdos propagados deveria aumentar. No entanto, muitos influenciadores promovem plataformas sem o devido crivo, apenas com fins lucrativos. Casos como o da influenciadora Deolane Bezerra, envolvida em esquemas de lavagem de dinheiro e apostas ilegais (CNN, ago. 2024; CNN, set. 2024; G1, 2024), e a promoção de pirâmides financeiras ilustram os graves impactos negativos.
Apesar de o CONAR ter elaborado um código de ética (Guia de Publicidade por Influenciadores Digitais, 2021) para transparência na publicidade, muitos influenciadores não obedecem às regras. Embora a supervisão possa esbarrar na liberdade de expressão, esse direito não é irrestrito, e a atuação remunerada do influenciador é uma atividade profissional sujeita a escrutínio (CVM, 2023). A Lei nº 14.790 (2023), que regula o mercado de apostas, serve como um paralelo relevante, exigindo publicidade clara e proibindo promoções direcionadas a menores, ilustrando a necessidade de medidas semelhantes para o mercado financeiro (CNN, 2024).
Resultados da Pesquisa
Uma pesquisa quantitativa com 84 estudantes universitários, em sua maioria do curso de Ciências Contábeis, investigou o impacto dos influenciadores digitais nas suas decisões de investimento.
Perfil Sociodemográfico do Respondente
A maioria dos participantes (58%) tinha entre 18 e 22 anos, confirmando o perfil de universitários jovens imersos no ambiente digital. A prevalência de estudantes de Ciências Contábeis (88%) sugere familiaridade teórica com conceitos financeiros, o que pode influenciar a capacidade crítica. Cerca de 50% dos respondentes estavam no 6º período ou mais, indicando maior maturidade na formação.
Experiência e Conhecimento em Investimentos
Aproximadamente 60,7% dos respondentes já tinham experiência prévia com investimentos, demonstrando interesse em rentabilização de capital. Contudo, 73,8% classificaram seu nível de conhecimento autodeclarado como “básico” ou “nenhum”. Essa lacuna entre interesse prático e domínio teórico cria um terreno fértil para influenciadores, que traduzem conteúdos complexos de forma acessível. A dissonância entre a prática de investir e o baixo conhecimento técnico levanta preocupações sobre a qualidade das decisões e a vulnerabilidade à influência de conteúdos simplificados.
Fontes de Informação e Influência Digital
Influenciadores digitais foram a fonte de informação mais citada sobre investimentos (aproximadamente 57%), superando cursos, livros, artigos e plataformas financeiras. Isso corrobora a hipótese central do estudo, indicando a consolidação dos influenciadores como atores informacionais relevantes. Apesar disso, 71% dos participantes afirmaram que esses profissionais exercem “pouca” ou “nenhuma” influência real em suas decisões de investimento. O consumo de conteúdo é frequente, mas muitas vezes esporádico (39% “raramente”, 33% “às vezes”), sugerindo uma busca seletiva por informação.
Confiança, Transparência e Percepção
Um dado significativo é que 28,6% dos respondentes já realizaram investimentos motivados por conteúdo de influenciadores, mesmo que a maioria declare acompanhar de forma ocasional e tenha baixo nível de confiança (63% confiam “pouco” ou “nada”). Isso sugere que a influência opera de forma indireta ou inconsciente, impulsionada pela necessidade de pertencimento social e busca por atalhos práticos, especialmente em públicos com menor domínio técnico.
A pesquisa revelou uma lacuna no conhecimento sobre transparência: 83% dos respondentes não conheciam as normas que regulam a atividade dos influenciadores financeiros, tornando-os mais vulneráveis a práticas como publicidade disfarçada. No entanto, 82,1% dos participantes acreditam que a atuação dos influenciadores deveria ser mais transparente, indicando uma consciência crítica sobre os riscos. Essa percepção é reforçada pelo fato de que 78,6% dos participantes já notaram influenciadores promovendo produtos sem deixar claro que se tratava de publicidade, o que viola princípios básicos de transparência e pode induzir a decisões sem consciência dos interesses comerciais envolvidos.
Características Valorizadas em um Influenciador Financeiro
As características mais valorizadas em um influenciador financeiro foram: formação na área financeira (75%), experiência comprovada no mercado (63%) e transparência (62%). O número de seguidores foi citado por apenas um respondente, evidenciando que o “capital simbólico digital” por si só não garante confiança. Isso reforça a necessidade de influenciadores possuírem respaldo técnico e compromisso com a clareza informacional e ética para conquistar credibilidade.
Conclusão
O estudo buscou compreender o impacto dos influenciadores digitais nas decisões de investimento de jovens universitários. A pesquisa quantitativa, aplicada a 84 estudantes, majoritariamente de Ciências Contábeis, revelou informações cruciais sobre hábitos, percepções e comportamentos.
Os resultados demonstram que, apesar de a maioria dos respondentes possuir conhecimento básico sobre investimentos, uma parcela considerável já iniciou aplicações financeiras, frequentemente baseada em fontes informais. Influenciadores digitais se destacam como a principal fonte de informação, superando canais tradicionais. Essa constatação reflete uma mudança no comportamento informacional dos jovens, que priorizam conteúdo acessível e simplificado, mesmo que careça de rigor técnico ou ético.
Em um paradoxo, os dados apontam para uma percepção crítica dos participantes: a maioria declara desconfiança nos influenciadores e defende a necessidade de maior transparência. Essa ambivalência sugere que a influência digital opera de forma sutil e simbólica, afetando decisões financeiras mesmo sem o reconhecimento explícito por parte dos indivíduos. Além disso, a pesquisa evidenciou uma fragilidade no conhecimento sobre as normas de publicidade, com a maioria dos participantes desconhecendo as diretrizes que regem a atuação dos influenciadores financeiros. A percepção disseminada de publicidade disfarçada agrava ainda mais a vulnerabilidade informacional do consumidor.
Assim, os dados confirmam que os influenciadores digitais não apenas permeiam o cotidiano informacional dos jovens, mas também se consolidam como formadores de opinião e gatilhos decisórios em investimentos. Essa realidade impõe um duplo imperativo: o fortalecimento da educação financeira crítica e ética nos currículos universitários, capacitando os estudantes a discernir informações e identificar riscos; e o avanço em políticas que atribuam maior responsabilidade e exijam qualificação na atuação desses agentes digitais.
Em síntese, este trabalho oferece uma contribuição para o entendimento da nova dinâmica de influência no mercado financeiro contemporâneo, caracterizada por interações digitais, autoridade simbólica e baixa institucionalização. Os resultados ressaltam que a influência dos criadores de conteúdo pode transcender o entretenimento e impactar diretamente a tomada de decisões econômicas pessoais, especialmente quando o público-alvo carece de instrumentos técnicos e normativos para uma avaliação clara dos riscos envolvidos.
O estudo serve como um ponto de partida para reflexões aprofundadas sobre o papel das mídias digitais na formação de comportamento econômico, a responsabilização dos agentes que atuam nesse ecossistema e o futuro da educação financeira no Brasil. A complexidade do fenômeno exige abordagens interdisciplinares e, acima de tudo, o fortalecimento da capacidade crítica dos cidadãos frente à crescente avalanche de informações consumidas diariamente.
Referências
Artigo neste website: Investimentos: um Guia em Cinco Aspectos
ALMEIDA, Marcos Inácio Severo de et al. Quem lidera sua opinião? Influência dos formadores de opinião digitais no engajamento. Revista de Administração Contemporânea, v. 22, n. 1, p. 115-137, 2018. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rac/a/MXTSzjGmKNbzM4DpxHcPRbK/?format=pdf. Acesso em: 18 dez. 2024.
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